Pode parecer estranho, mas não vou mais discorrer contigo sobre essência. Mas por qual motivo? Ah, sim. Eu escrevi sim uma resposta minimamente razoável. Mas, por algum motivo (e não sei qual é) não quis postar essa “resposta”. Mas, depois, pensei em outra variação dessa mesma resposta. Olha, eu penso sim, pensei e penso, (até mesmo no momento em que digito esse texto) penso numa resposta. Mas o que não quero e dar uma resposta. Eu... atualmente adquiri uma súbita aversão por repostas, ainda que elas teimem em me acordar no meio da noite afim de liberta-se de mim. Mas, vou não. Aprisiono e mato todas as respostas em meu pensamento. As repostas, nesse meu sentimento de agora, são minhas inimigas e querem me destruir. Ah, mas é aí, ao menos sinto assim, que o Filosofo corre o perigoso risco de degenerar para o sábio. O sábio, é uma coisa ruim? É isso que estou dizendo? Não, não posso dizer se é ruim ou bom, a menos que eu fosse um sábio. Humm, e no final das contas, estou mesmo é dando-lhe uma resposta.
Ahmm, no lugar dessas minhas respostas prontas, comedidas e ensaiadas, prefiro conversar contigo, filosofar é mais fascinante do que qualquer transito de respostas frias e impessoais.
Dar respostas é defeito que quero cortar em mim, para poder filosofar com mais liberdade.
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