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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Das Oito Afirmações Sobre a Importância da Ciência e da Arte para a Política de Esquerda!

Afirmação 1: O povo só vota em candidato dos ricos. Quem vota em candidato do povo é a esquerda.
Afirmação 2: A politica é consequência da cultura e do conhecimento que uma sociedade e seus cidadãos têm. Então tudo começa com o estudo de ciências e artes, que desenvolvem uma visão de mundo sofisticada, ampla e abrangente.
Afirmação 3: As mídias tradicionais (mas não se enganem, pois as novas midias tembém estão nesse saco de gatos) procuram entorpecer o raciocínio do povo por meio de programas com chantagens emocionais, programas de auditório, lágrimas de crocodilo em novelas e programas de humor baseados em bullying com minorias e telejornais voltado para o futebol-ópio e as noticias policialescas, aquelas que pingam sangue.
Afirmação 4: Depois que as mídias (antigas e novas) formam esse povo facilmente manipulável, esse mesmo povo irá olhar para o Freixo e para o Crivella e irá ver, no primeiro, um cara antipático-mauricinho-que-fala-difícil e, no segundo, um homem sereno, carinhoso e que quer “cuidar das pessoas”.
Afirmação 5: Talvez quem vá ao teatro, ainda que em peças simples, das que custam 20 reais, e em exposições em museus de ciências dificilmente caiam nas sofríveis atuações de subcelebridades, políticos canastrões e no herói da semana, o que achou aquela carteira com mil reais e a devolveu.
Afirmação 6: Talvez, antes da militância política, os compas de esquerda devessem dar mais ênfase a seus amigos artistas e cientistas. Talves devessem assistir mais a TV Globo, mais ao Ratinho, olhar para o lado e ver que o Bolsominion sempre existiu e que, de fato, nunca se escondeu: ele é aquele seu tio, primo, avô, vizinho, colega de trabalho ou de escola, que assiste à mesma praça no mesmo banco, e daí observar o quanto essas pessoas estão propensas a acreditar em fake news. Talvez devessem prestar atenção no maluquinho aqui que digita, talvez à toa, mas que pelo menos está em paz com sua consciência porque, ao menos, está avisando e pondo em prática todas essas palavras.
Afirmação 7: Sim, eu coloco em prática. Sou político no meu fazer artístico e nas minhas divulgações científicas. E sempre olhei para todos os lados e não só para os lados que acho bonito. Nem fico somente em saraus, onde verei apenas minha fauna costumeira. Eu vou também a pagodes e churrascadas populares. (Feira das Iabás não vale porque já está goumertizada).
Afirmação 8: Fazer política no tapa só gera raiva e ódio. Temos todos que ir à origem do pensamento politico, que é a concepção de mundo que um sujeito forma, e isso só vem com ciência, arte e real convivência com o universo popular (sem os fins antropológicos de "registrar o folclore local”. Isso é muito arrogante) e falar uma linguagem simples, de fácil compreensão. E isso leva tempo. Mas para que a pressa?! Afinal, vamos passar pela vida de qualquer modo, seja semeando ou não. Então, é melhor passar pela vida semeando sem pressa. Os resultados um dia virão. Independentemente dos resultados das eleições, teremos muito trabalho pela frente.
Conclusão: Pronto, falei.
Esse que voz digita, Wanderson Silva de Souza, O Possível Wanderson, membro do Axé Tupã Trupe.

sábado, 29 de junho de 2013

Liberdade que Precisa de Consentimento já não é mais Liberdade. Um ensaio de Wanderson Silva de Souza

A conversa que presenciei na postagem sobre a questão dos direitos a livre expressão da sexualidade esta muito esquista: Muita raiva e ódio de ambos os lados. 
E por falar em lados, eu estou do lado de quem não tem preconceito. Sou religioso(e hétero. 
O que se geralmente se pensa quando alguém afirma ser religioso:"-Que careta, ser religioso."
"- Tudo um bando de ovelhinha sem pensamento próprio"
Éeee eu sou religioso, amiguinhos, he, he... {;-)
Religioso e... Hétero.
"- Hetero?! Será mesmo, Wanderson!?
Eu, wanderson Silva de Souza, sou religioso, hétero e... Sou CONTRA o preconceito!!!

Aliás, só em se precisar dizer que se é à favor dos homossexuais( de respeitar a orientação sexual de cada um) já denota um estado de preocupante desrespeito às liberdades civis.
Porque é preciso que se diga que é à favor de algo? Esse algo precisa de permissão minha para existir? Se precisa é triste.
É preciso reiterar e enfatizar nosso apoio porque existem os que se posicionam contra. E por isso eu enfatizo: Sou à favor!!!

Os gays, lésbicas, bis e transsexuais não precisam do apoio de ninguém para ser ou não ser o que são. Eles, eu, vocês, todos nós, somos livres e ponto final. Ainda que eu fosse contra isso não interessa porque ninguém precisa de minha permissão para ser livre.

Sou a favor e espero que isso pouco importe porque é pobre e antidemocrática a sociedade que precisa de permissão de todos para que todos esse ou aquele segmento possa exercer sua liberdade.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Somos as redes as ruas as casas o Brasil

Não importa de onde nos articulamos. Se é nas ruas, nas redes ou nas casas. 
Somos o Brasil.
Nosso pequeno e unido grupo de amigos e amigas andou e participou da manifestação do dia 17 de junho de 2013, na Candelária, Rio de Janeiro. 
Das ruas víamos os prédios e as pessoas nas janelas e pedíamos para elas descerem e se juntarem a nós. Os que nãos e juntavam jogavam uma chuva de papeis picados. Pedíamos para reafirmarem o apoio pisando as luzes e as luzes piscavam.
No decorrer dos protestos e reivindicações o músico Marcelo Yuca disse algumas palavras demonstrando também a indignação dele.
Batíamos muitas palmas para nós mesmos.
Sempre que uma pequena quantidade de pessoas corriam assustadas com o estouro de alguma possível bomba ou morteiro, outros de nós gritavam "Não corre" e o inicio de pânico era debelado. 
Quando a possibilidade de confusão era iminente toda a passeata gritava em coro:
"SEM VIOLÊNCIA, SEM VIOLÊNCIA, SEM VIOLÊNCIA, SEM VIOLÊNCIA!!!!!!!!!!!!" .
Se andamos muito?! Nunca será cansativo demais quando se trata de construir um Brasil melhor para todos nós. 
Aplausos para todos nós, o povo brasileiro!!!

domingo, 16 de junho de 2013

Doces Vândalos (Texto de Wallace Cestari)

Uma das analises mais sóbrias, corajosas, diretas e francas que eu já tive oportunidade ler até então sobre os atuais protestos do povo brasileiro no tocante aos descalabros do poder instituído.
Feita por Wallace Cestari e publicada originalmente no blog dele conhecido como "Transversos - Desconfiando do Trivial": http://transversos.wordpress.com/2013/06/16/doces-vandalos/

Eis o texto na integra: "Os vândalos foram um dos povos “bárbaros” que entraram definitivamente para a História no ano de 455, quando tomaram aquela que fora a capital do mais poderoso império já visto: Roma. Daí passaram a ser sinônimo de destruição, estupidez ou mesmo de anarquia. Culpa da impossibilidade de aceitar qualquer cultura diferente daquela considerada canônica. Narciso acha feio o que não é espelho, diria o doce bárbaro Caetano.
Pilhagens, saques e roubos. Vândalos. Nada diferente do que Roma fez durante sete séculos. Ou do que outros impérios sempre tomaram por padrão fazer. Antônio Vieira – sim o padre barroco do século XVII – contou em um de seus sermões a fala de um pirata ao imperador Alexandre, o Grande: “Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?”
Muitos séculos se passaram e o Brasil é ainda o retrato da velha Bahia de Gregório de Matos, lugar onde faltam “verdade, honra e vergonha”. Os governantes refinaram a maneira de saquear o erário, de forma a ter na Justiça uma aliada para a defesa de seus interesses. Tudo bem ajeitado e combinado com empreiteiras, concessionárias e – por que não? –, a mídia tradicional. Todos ganham. Exceto quem paga a conta.
Durante um bom tempo não se via qualquer setor mobilizado para ir às ruas. Houve uma clara política de cooptação das lideranças sindicais e estudantis, de modo a atrelá-las a uma “luta burocrática”, na qual os favores de gabinete são mais valiosos que as vozes e faixas nas ruas. Em que pese uma infinidade de acertos deste governo, a luta será sempre mais importante, diminuí-la ou calá-la é um tiro no pé. Especialmente para quem já esteve (ou disse estar) do lado de cá.
Entretanto, a garotada decidiu ouvir o chamado das avenidas e praças. E tal como o céu é do condor, tomaram as vias públicas para protestar. A mídia tentou imediatamente reduzir a motivação dos protestos a vinte centavos. Teve gente que caiu nessa. Ainda que fosse, valeria a pena. Afinal, as escrituras dizem que Judas vendeu Cristo por trinta dinheiros e nossos governantes vendem uma população inteira a vinte centavos. Nem a lei de mercado parece ter valor aqui.
Mas, se vinte centavos são pouco, somem-se os gastos para a Copa. Sim, aquela que iria modificar a mobilidade urbana e acabou por somente construir estádios. Em média, um bilhão por arena. Como são dez arenas, temos dez bilhões de reais em gastos que não incluem nenhuma obra de melhoria urbana nesses locais, diferentemente do que nos fora prometido quando da candidatura a sediar o evento. E aí, vale protestar então por R$10.000.000.000,20?
Se, por um lado, estávamos saudosos de ver uma juventude atuante; por outro, a polícia demonstra sua saudade dos velhos tempos da ditadura. Mais truculenta do que nunca, quebra suas próprias viaturas para culpar os manifestantes. Promove terror, infiltra gente na manifestação para atiçar a baderna… Tudo aquilo que sempre fez. A diferença é que hoje as câmeras não são exclusividade da meia dúzia de famílias que controlam a informação no país. O smartphone e as redes sociais vão mudar a história.
Quantas vezes apanhei da repressão policial diante de fotógrafos de olhares atentos, mas que nunca expuseram a imagem da covardia? Agora há milhares de olhos vigilantes. Há milhares de penas prontas a escrever em um blogue ou em uma rede social. A abundância de fatos é tamanha que nem a imprensa, acostumada a esconder verdades, pôde se calar. Obviamente, que não faz de forma gratuita – o editorial da Folha mostra bem o que a família Frias, por exemplo, pensa da cidade de São Paulo – mas para tentar salvar a máscara que lhe está caindo. Apela para a vitimização corporativa e para a denúncia do vandalismo generalizado.
Nossos governantes vandalizam as contas públicas. Oferecem o que há de pior à população. São eles os “bárbaros”, são eles os “Alexandres”. Tomemos a rua e saibamos apanhar da polícia sem perder a tenacidade: são explorados como os outros. Mais até: além do corpo, estragam-lhes a cabeça, ensinando a lição de morrer pela pátria e viver sem razão, já disse Vandré. E, é na certeza de que as flores vencerão o canhão, que continuaremos caminhando, cantando e seguindo a canção. Afinal, vinte centavos não pagam a dignidade de todo um povo explorado: às ruas, cidadãos!   "

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Axé Tupã - Trupe Experimentalista e Revolucionária de Multi Arte e Multitude

Axé Tupã para todos nós,
O Axé Tupã é uma trupe composta por poetas, músicos, atores, fotógrafos, desenhistas e toda sorte de artistas.



SOBRE A TÔNICA E O OBJETIVO DA TRUPE
A tônica da trupe são três, a saber:

1) A exposição da arte de cada artista componente da trupe de forma que unidos tenham mais força e um alcance mais longo ao se expressar.

2) Sempre primando pelo experimentalismo -  A multi arte em si ou seja, saraus de poesias, vídeo clipes de músicas(somente de músicas de membros da trupe ou de amigos e conhecidos, ou seja, de músicos ainda não consagrados), curtas em áudio visual adaptando para o formato com atores os contos de diversos escritores ainda não consagrados; a exposição de artes plasticas e artes visuais de um modo geral.  

3) Buscar a circulação de informações sobre o mundo atual e o pensamento critico. Desenvolver entre os próprios membros da Trupe e também entre o público a capacidade de dialogar e de desenvolver suas próprias e independente visões de mundo.

SOBRE O MÉTODO DA TRUPE
O método da trupe consiste em sempre realizar projetos pontuais (de um dia) junto com projetos mais longos. Ou seja, cada reunião de planejamento de uma atividade mais longa será também evento em si, ou seja uma atividade de apenas um dia.
Esse método faz com que a trupe não se perca em planejamentos infinitos onde não existe pratica. A realização de uma atividade a curto prazo estimula, motiva e alimenta todos os membros para que sigam na realização das atividades e projetos mais complexos e longos.

Oficialmente ele será re-criado nos dias 22 e 23 de junho de 2013, um sábado e um domingo, no Parque de Madureira, na Praça do Samba, de meio dia até as cinco da tarde.
Ou seja cada encontro é uma reunião para planejar alguma atividade a longo prazo e também é e em si uma atividade de um único dia.
SOBRE O PRIMEIRO E O SEGUNDO ENCONTRO – DIAS 22 E 23, SÁBADO E DOMINGO DE JUNHO

Nos primeiros dias, 22 e 23 de junho(um sábado e um domingo) iremos realizar as seguintes atividades:

ATIVIDADES PRATICAS –
1) Realização de uma crônica do parque. Essa crônica será feita por meio de fotos, desenhos e escrita. Ou seja, levem maquinas fotográficas, celulares e cadernos.

2) Iremos também realizar um sarau de poesia.

3) Uma leitura dramatizada de um texto teatral a ser confirmado muito em breve.
PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES A LONGO PRAZO -  A realização de um sarau de poesias a ser realizado no mês de agosto e a confecção de três curtas em áudio visual adaptando para as câmeras os contos de três escritores. Em breve será informado quem são esses três escritores.

 No decorrer aqui mesmo na descrição vou citando os nomes dos integrantes à medida que eles forem confirmando.
Axé Tupã para todos nós!

sábado, 25 de maio de 2013

Libertários e Reformistas no macro cosmos e conservadores e paradigmáticos no micro cosmos.

Atentem para essa ironia:

"A matéria de hoje do AX Man em conjunto com a GNT investiga junto aos mais bem sucedidos homens do Brasil e os interpela com a seguinte questão:

Homens do Brasil e do Facebook(também), como vocês conseguem conciliar a sua vida profissional com a família e todas as suas funções domésticas de dono-de-casa?"

Uso o humor como forma de questionar, mas a intelectualidade de fachada não consegue enxergar para além daquilo que é formalmente apresentado como manifesto político e reflexão filosófica e como resultado engessam-se em seus modelos e perdem o bonde da história. Há muito pensamento crítico na ironia, no humor, nos quadrinhos, nas galhofas de um palhaço. No bobo da corte.

Quando se entrevistam as mulheres geralmente se acrescenta essa pergunta roubando parte do tempo que as entrevistadas estariam a falar sobre suas plataformas políticas, sobre seus livros, peças, campanhas publicitárias. E no tocante à todas as mulheres de expressão, quer sejam jornalistas, empresarias, políticas, artistas, todas, de algumas forma são interpeladas pelos e pelas jornalistas a também falar de sua faceta cotidiano-familiar. Mas essa pergunta não é feita aos homens. Qual a reação dos homens ao ser perguntando sobre como ele concilia o seu lado profissional com a família? Se perguntou e se fez matérias jornalísticas com outros presidentes para se saber como eles são como pais e donos-de-casa e como eles harmonizam isso com o cargo de mandatário da nação?! Nãoooo, mas agora que temos uma presidenta se pergunta e se dedica um bom tempo para tal. Sempre de olho nessas questão, porque o dia da mulher é todo dia assim como o do índio, da consciência negra, do orgulho gay. Todo dia é dia de voltar nossos olhares para o cotidiano e examinar de que maneira nossas ações mais simples, inocentes e corriqueiras acabam por contradizer as nossas ações pontuais. Somos de fato muito "prafrentex" em termos de ações pontuais, mas no nosso dia-a-dia somos reprodutores dos paradigmas que tentamos combater na esfera macro. Libertários e Reformistas no macro cosmos e conservadores e paradigmáticos no micro cosmos.

Eu não fico puxando o saco de ninguém no dia da mulher, do índio, do professor, e etc, mas em compensação fico sempre de olho sempre nas causas o ano todo, quando a festa e homenagens e frases engraçadinhas e lindas já passaram. Quando "fogo-de-palha" já passou. Não sou revolucionário de ocasião e de data, sou em tempo integral. Eu não levanto bandeira para esse ou aquele grupo quando se esta na moda levantar, nem mudo meu nome aqui para ajudar esse ou aquele. Eu observo e vigio as pequenas causas, os pequenos deslizes e os pequenos golpes contra as minorias que as próprias minorias legitimam ao adota-los em seu cotidiano. 
Libertários e Reformistas no macro cosmos e conservadores e paradigmáticos no micro cosmos.

Assinado: Wanderson Silva de Souza

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O Silêncio e suas Motivações Antidemocráticas e Imediatistas.

É preciso não se furtar ao dialogo e evitar a saída fácil do silêncio. O silêncio pode ser simplista, reducionista e nos conduzir ao caminho das perigosas generalizações. 

domingo, 24 de março de 2013

O Inconformismo do Mestre e uma Possível Leitura Política e Psicológica do Domingos de Ramos


Por muito tempo, Jesus, em seus três anos de ministério, desafio e aborreceu a elite dos sacerdotes do próprio povo em que ele nasceu. Mas Jesus fez isso longe do reduto deles, que era em Jerusalém. Além disso, segundo previa o Velho Testamento, o Messias entraria montado num burro e portando ramos. 

Bem... Jesus resolveu ir para Jerusalém, indo contra toda a recomendação de seus discípulos, pois conforme eu disse, era nessa cidade que residiam a elite de seu povo. A mesma elite que estava incomodada com os constantes desafios de Jesus ao seu status quo. 
E como se não bastasse isso, Jesus entrou montado num burro e segurando ramos, ou seja, da exata maneira que segundo as escrituras, viriam o messias. Esse gesto aborreceu mais ainda os poderosos, pois Jesus estaria afirmando com isso que era Ele o messias a qual se referiam às profecias descritas nesse livro.
A seguir outros fatos se seguiram rapidamente. Fatos bem conhecidos: A expulsão dos vendilhões do templo, a Última Ceia e por aí vai. Vocês já sabem.

Interessante observar que a chegada de Jesus em Jerusalém foi carregada de significados políticos. Sim, Jesus era um ativista político. Não pregava a complacência pura e simples, mas uma participação ativa das minorias na condução dos assuntos da Polis.(Cidade)

Se formos entender o Domingo de Ramos pura e simplesmente com o olhar da fé, é preciso que saibamos que esse dia, significa a chegada de Jesus em nossas vidas.

Mas se articularmos fé com política a coisa muda um pouco de figura. 
Eu não me refiro ao casamento promiscuo entre fé e política que esta emporcalhando a nossa vida pública, violentado nossos direitos civis e servindo de base para propagar o racismo, o machismo a homofobia e tantos outros pensamento tacanhos de ódio e intolerância.
Eu me refiro a entrada de Jesus em nossa vida íntima, e a oportunidade de adquirir, num processo análogo à osmose, todo o inconformismo do Mestre. De deixar entrar em nossas vidas uma Pulsão de Vida. Ele disse veio trazer Vida em abundância. Um pulsão que comece por derrubar todas as forças internas, que residem em nós mesmos que alimentam o medo, a dependência intelectual, a indisposição ao dialogo.
Se for para abarcar um pensamento religioso que ele nos sirva para construir uma vida em sociedade mais democrática, mas humana e não para separar os homens.  

Ass.: Wanderson Silva de Souza

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

LOUCOS PELO NOSSO IDIOMA - O Uso correto da Sintaxe: Condições para uma NAÇÃO SOBERANA e um POVO SAGAZ


"Eu só queria saber o que essas pessoas ganham discriminando alguém." (Isso esta escrito na imagem baixo, anexada ao lado)

Ops, "ganha"?! Concordo com a pergunta retórica, mas a concordância de número, gênero e grau da palavra "ganha" esta incorreta. O tempo correto desse verbo no contexto dessa oração é "ganham". 











Ok, ok, vamos ler mais e escrever mais, porque o uso correto de nossa sintaxe além de ser mais elegante e denotar uma nação mais cônscia e perspicaz, também facilita o entendimento e a compreensão do texto e garante que a emissor obtenha exito em comunicar e expressar sua mensagem (sua ideia, pensamento, sentimento, ideologia, arte, etc) ao receptor. 

E, como se esses motivos não nos bastassem, ainda é também uma questão de soberania. Um povo que apenas conhece os rudimentos de seu idioma não é patriota, nem politizado, não é apto a jogar com competência o jogo da democracia e nem propicia uma nação soberana. 

E reclamar dos estrangeirismos presentes no dia-a-dia do idioma não indica patriotismo e sim xenofobia.

O Uso correto da Sintaxe não é Pedantismo. Ela é uma das condições sine qual non(imprescindível, muito necessária) para sermos uma Nação Soberana e um Povo Politizado. 

Da Série "Loucos Pelo Nosso Idioma".

Um texto de Wanderson Silva de Souza

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Escritos Políticos 2012 - Declaração de Voto


Declaração de voto de Wanderson Silva de Souza:
PREFEITO - Marcelo Freixo, número 50.
VEREADOR - Na legenda do PSTU, 16.

SOBRE O MEU VOTO PARA PREFEITO EU DIGO: Mas ainda assim, não sou do time daqueles que acreditam que o nosso bom e vel

ho Freixo vai, se eleito(E acredito nessa possibilidade) Vai gritar "SHAZAM" e virar o Simão Bolívar da cidade maravilhosa. Menos, gente, né? Muito menos, vamos por os pés no chão. Não vamos mudar as coisas acreditando em fantasias tais como papai noel, coelhinho da pascoa, rainha da Inglaterra.0_0

SOBRE O MEU VOTO PARA VEREADOR, EU COMENTO: Lembram do velho slogan?! "Contra burguês, vote dezesseis. Eu (ainda) vejo esse partido, do qual fui militante com muito orgulho, como uma alternativa de voz discordante dos velhos padrões já desgastados, porém ainda operantes. Mais comentários meus estão nesse artigo abaixo.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

LANÇAMENTO DO BARBANTE GROSSO 15/9 (Sábado)


LANÇAMENTO DO BARBANTE GROSSO 15/9 (Sábado)


Esperidião Duarte divulga:

Queridos amigos, gostaria que vocês estivessem presentes nesse dia tão especial. Estarei ao lado de Wanderson Silva de Souza, poeta, escritor, filósofo, que fez a ilustração da capa após fazer uma profunda crítica da obra. Será emocionante dividir esses momentos com vocês...Podem convidar a todos que se interessarem pela obra...parentes... amigos. Será uma honra recebê-los nesse histórico e magnífico local. Se possível, compartilhem o convite. Conto com a presença de todos! Desde já, muitíssimo obrigado pela atenção e apoio. Um grande abraço!


Data 15/9(sábado)

Local: Livraria Museu da República

Rua do Catete, 153 – Museu da República(Ao lado da saída do metrô do Catete.)

Das 16h às 20h

Preço: 40,00 reais(Aceita cartão...Não aceita cheque.)

Número de páginas:288

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Diário de Classe - Denuncia Feita por Duas Alunas

O autor desse blog, que sou eu, Wanderson Silva de Souza, esta retransmitindo a seguinte informação e iniciativa Isadora Faber, pelas próprias palavras dela:"Eu Isadora Faber que tenho 13 anos, estou fazendo essa página sozinha, para mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Quero melhor não só pra mim, mas pra todos."




https://www.facebook.com/photo.php?fbid=271809292925584&set=pb.261964980576682.0.1346182519&type=3&theater

E PARECE QUE FUNCIONOU. PARECE. SERÁ??? VAMOS ACOMPANHAR O CASO. POR ENQUANTO VEJAM SÓ(Fonte UOL-http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/08/28/apos-pagina-no-facebook-prefeitura-de-florianopolis-diz-que-vai-reformar-escola-de-isadora.htm):

domingo, 26 de agosto de 2012

STF dá liberdade a fazendeiro condenado por morte de Dorothy Stang

MAIS UMA DO SUPREMO- ASSASSINO DA MISSIONÁRIA DOROTHY STANG (foto), CONDENADO A 30 ANOS DE PRISÃO, GANHOU LIBERDADE NESTA TERÇA. www.viasdefato.jor.brESCRITO POR ADMINISTRATOR
O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO PELO ADMINISTRATOR DO SITE www.viasdefato.jor.br


O ministro Marco Aurélio, do STF (Supremo Tribunal Federal), expediu nesta terça-feira um alvará de soltura para Regivaldo Pereira Galvão, condenado pela morte da missionária Dorothy Stang. Galvão foi condenado a 30 anos de reclusão. 

Marco Aurélio citou fundamentos no sentido de que a prisão preventiva “deve se basear em razões objetivas e concretas, capazes de corresponder às hipóteses que a autorizem”, informou o STF.  O ministro afirmou que, na sentença, “o juízo inviabilizou o recurso em liberdade com base no fato de o Tribunal do Júri haver concluído pela culpa”.
 Ainda de acordo com o Supremo, o alvará de soltura deve ser cumprido “com as cautelas próprias”, caso Regivaldo não esteja preso por outro motivo. 
Fonte: Band O comentário abaixo foi feito pelo historiador Dimas de Fonte (
Eu entendi bem? Quer dizer que "o fato de ter sido condenado pelo Tribunal do Juri por si só não obriga a manutenção da prisão preventiva". A sociedade julga e condena um assassino (por que a menos que eu esteja muito errado, o júri é uma r
epresentação da mesma perante a Justiça) e vem um magistrado numa canetada e decide que isso não tem importância e solta o meliante! Eita Brasil! Parece que as coisas não mudam nunca, aqui temos uma Justiça e um Governo que não servem ao povo. Servem a quem então?


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ato da comunidade da UERJ pelo fim do impasse e pela negociação:Terça, 28 de Agosto de 2012 15:00 até 19:00







    • Ato da comunidade da UERJ pelo fim do impasse e pela negociação.
      Esse momento é fundamental para a nossa greve. Precisamos pressionar os deputados e o governo para abertura de negociação e conquista da nossa pauta conjunta. Nossa resposta à invasão da UERJ pelo batalhão de choque é a nossa solidariedade, nossa luta e nossa mobilização. Agora é hora de garantir nas ruas a vitória de nosso movimento. Não deixe de participar!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A História do Brasil Contada em Jingles: Era Vargas


"Retrato do Velho" (Francisco Alves) Reparem que a letra é curta e vai se repetindo. Nos anos 30, 40, 50, as letras costumavam ser muito longas em comparação com a maioria das de hoje em dia. Eram letras que contavam histórias elaboradas com começo, meio e fim e que tinham sentido, verossimilhança e apelo dramático além de alguma mensagem edificante geralmente relacionada com o amor, senão o romântico, ao menos o entre amigos e entre a familia. Por outro lado essa letra é um jingle. E os jingles, tanto os políticos, quanto os comerciais, tinham que ter letra curta para rápida memorização e melodia empolgante para ser facilmente absorvida pelo hemisfério mais emotivo do cerebro. Música-chiclete mesmo.
Do que sei as histórias contadas pela familia figuram entre minhas fontes além de alguns livros e a sorte de ter amigos professores de História e de Humanas. Por exemplo, minha mãe diz que "... esse homem foi grande...". Bem... quanto a essa opinião, cabe muitos parágrafos, e a consulta de especialistas competentes e livros sérios relacionados aos assunto, e não apenas contar com os "achismos" meus (risos) da midia e dos blogs. Minha mãe também sempre comentou que os comerciantes não gostavam dele e que essa música faz referências ao fato de que quando Getulio Vargas voltou ao poder, os comerciantes tiveram que voltar a colocar o retrato dele em seus respectivos estabelecimentos. E porque os comerciantes não gostavam dele?! Vamos pesquisar e pensar um pouco??? {;-)
Eu tinha dois tios que me contavam esse fato do retrato. Na época dos 30 os dois eram donos de um estabelecimento comercial. Mesmo tendo passado aproximadamente meio século da Era Vargas, o ex-morador do Palacio do Catete ainda não contava com a simpatia de meus tios.
Particularmente, considero a música boa e eu gosto.

Texto de Wanderson Silva de Souza.



Retrato do Velho
Francisco Alves

Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
Eu já botei o meu
E tu não vais botar
Eu já enfeitei o meu
E tu não vais enfeitar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

BARBANTE GROSSO - Livro e Peça de Esperidião Duarte

"Queridos,


O dia do lançamento do BARBANTE GROSSO em São Paulo chegou. Quem puder ir, será uma honra recebê-los. 
A data para o primeiro lançamento no RJ está sendo acordada. 
Muito obrigado pela força de vocês.


Abraço!" 
(Divulgado por Esperidião Duarte, o Autor da obra"Barbante Grosso)
Ps: A ilustração foi eu, o blogueiro que voz digita, que fiz. {:-D
Blog: http://barbantegrosso.blogspot.com.br/
Página do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Barbante-Grosso/131833520268165