A música “TAO” é a união entre a serenidade do dedilhar de Diego Marins nas teclas do piano e o vigor que Rodrigão Ferreira imprime nos pratos, surdos e caixas.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
terça-feira, 5 de julho de 2011
A essência do Amor é o próprio Amor
O Amor é essencial à vida.
Quando a vida não vai bem, o amor é motivação . Quando a vida vai bem, o amor é a gratidão. Quando a vida esta parada, o amor é o movimento. Quando ela esta agitada, o amor é o descanso. Se o tédio chega, o amor é a novidade que nunca se desgasta ou envelhece.
O amor, afinal de contas é o inicio de toda amizade, namoro, grupo de pessoas ou projetos. O amor, de inicio, é a finalidade de toda ação, sentimento e palavra.
Os que pensam não amar ou não serem amados, na verdade, amam e são amados em segredo, porque o amor gosta de brincar de esconde-esconde. O amor, aliás, gosta muito de brincar. Ele brinca e não é brinquedo. Aliás, o amor não gosta de ser tratado como brinquedo.
O amor é divino, pois é da visão da perfeição que teimamos em ver no outro e que nos esforçamos para alcançar em nós mesmos é que ele nasce, na forma de paixão.
O amor tem uma dimensão profundamente humana, pois ele precisa de nossas imperfeições para se se solidificar e se distinguir da paixão, da ilusão e do auto engano.
O amor é tão esperto e matreiro que se permite os mais improváveis disfarces, desde do ódio até mesmo a indiferença. Ele faz de tudo para se esgueirar sorrateiro nos corações, embora se duvide que ele precise fazer isso de fato, uma vez que ele já mora ali, em semente, apenas esperando as condições propicias para seu afloramento.
A vida sem amor não existe, porque ao viver, você automaticamente esta dizendo que ama a vida e amar a vida já é amar algo.
Manifestamos o amor pelo nosso simples existir.
O Amor basta a si próprio. A essência do Amor é o Próprio Amor.
Texto de Wanderson Silva de Souza.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O SILÊNCIO DAS FLORES
O SILÊNCIO DAS FLORES
Silêncio
Na dúvida e na tristeza
Na alegria descabida que é filha da fuga
e neta do desespero
E até mesmo quando não se sabe se é loucura
tristeza ou tédio
Silêncio
No escuro e frio dos absurdos
de um mundo que teima em não fazer sentido
E ante o dilema entre o fanatismo e o cinismo:
ambos tipos diferentes de fuga
Recuso um abrigo acadêmico
ou a tolice como armadura
Silêncio
Quando uns buscam a Luz do Grande Uno,
outros a resposta das crianças
e alguns o Humanismo que a todos nivela
Eu busco a mesma coisa que todos esses
E o Silêncio das Flores é o nome que dou ao meu refugio
Silêncio
Seu silêncio me eleva acima e além
enquanto seus aromas e cores tangíveis me mantém conectado ao Mundo empírico
O Silêncio é um deus: Repleto de Verbos Abortados
Silêncio
Ante o frenesi de meus desejos hedonistas
e a crueza de minhas vontades pragmáticas
meus "Eus" recolhem-se em serena deliberação
Silêncio
(Foto e Poesia de Wanderson Silva de Souza)
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
O irreverente Wanderson
No bar, na segunda vez que o vi, mas a que finalmente conversamos. Um parceiro meu do Coletivo Caranguejo e um dos que fundou esse grupo.
Pedi a ele que me desenhasse algo para eu ter uma idéia do traço dele e ele me desenhou.
Laerte, cujo blog, chama-se "Heredia de Paiva" e esta entre os links do blog a qual eu acompanho.
Igualmente irreverente é o Laerte, pois eu nem suspeitava que estava sendo desenhado na alegre, sadia e produtiva balburdia do Baixo Uerj entre papos-cabeças e alguns goles de ahámm... alguns suco de caju, kkk.
Heredia de Paiva: http://herediadepaiva.blogspot.com/
Pedi a ele que me desenhasse algo para eu ter uma idéia do traço dele e ele me desenhou.
Laerte, cujo blog, chama-se "Heredia de Paiva" e esta entre os links do blog a qual eu acompanho.
Igualmente irreverente é o Laerte, pois eu nem suspeitava que estava sendo desenhado na alegre, sadia e produtiva balburdia do Baixo Uerj entre papos-cabeças e alguns goles de ahámm... alguns suco de caju, kkk.
Heredia de Paiva: http://herediadepaiva.blogspot.com/
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