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segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Senhor do Vento


O Senhor do Vento
"Caminhando na Noite Escura" e "Dias Depois, Um Dia de Sol"


Roteiro e atuação - Raphael F. Monteiro
rapmonteiro22@hotmail.com

Narração - Dinair Fonte
http://dinairfonte.blogspot.com.br/

Agradecimentos especiais ao Diego Marinho
Veja os vídeos clipes dele:
Como uma Flor
Meu Mundo
Tao
Jardim Secreto

Coprodução e assistente de direção -
Dimas de Fonte
http://abcimaginario.blogspot.com.br/

Câmera, Edição, Produção e Direção:
Wanderson Silva de Souza
http://wandersonsilvadesouza.blogspot.com.br/

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

LOUCOS PELO NOSSO IDIOMA - O Uso correto da Sintaxe: Condições para uma NAÇÃO SOBERANA e um POVO SAGAZ


"Eu só queria saber o que essas pessoas ganham discriminando alguém." (Isso esta escrito na imagem baixo, anexada ao lado)

Ops, "ganha"?! Concordo com a pergunta retórica, mas a concordância de número, gênero e grau da palavra "ganha" esta incorreta. O tempo correto desse verbo no contexto dessa oração é "ganham". 











Ok, ok, vamos ler mais e escrever mais, porque o uso correto de nossa sintaxe além de ser mais elegante e denotar uma nação mais cônscia e perspicaz, também facilita o entendimento e a compreensão do texto e garante que a emissor obtenha exito em comunicar e expressar sua mensagem (sua ideia, pensamento, sentimento, ideologia, arte, etc) ao receptor. 

E, como se esses motivos não nos bastassem, ainda é também uma questão de soberania. Um povo que apenas conhece os rudimentos de seu idioma não é patriota, nem politizado, não é apto a jogar com competência o jogo da democracia e nem propicia uma nação soberana. 

E reclamar dos estrangeirismos presentes no dia-a-dia do idioma não indica patriotismo e sim xenofobia.

O Uso correto da Sintaxe não é Pedantismo. Ela é uma das condições sine qual non(imprescindível, muito necessária) para sermos uma Nação Soberana e um Povo Politizado. 

Da Série "Loucos Pelo Nosso Idioma".

Um texto de Wanderson Silva de Souza

segunda-feira, 11 de junho de 2012

TAO - O CAMINHO de Babu, Rodrigão e Wanderson



A música “TAO” é a união entre a serenidade do dedilhar de Diego Marins nas teclas do piano e o vigor que Rodrigão Ferreira imprime nos pratos, surdos e caixas.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MEU MUNDO


Composição de Diego Marinho.
Uma canção, tão linda quanto triste, levada no piano pelo próprio autor.
Registrada na câmera por Wanderson Silva de Souza. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Um dia

Um dia
Eu fui e não quis mais voltar
Mas, que é o valor de ir
e de não voltar?!
Ainda que eu volte também de que adianta?
Ouvem? Sentem?
Eu ouço?
Não, não ouço as pessoas
E nem ouço a mim mesmo
Não ouço os sons que vem de longe
Não ouço direito, nem vejo muito bem
E sou visto e sou ouvido?
Um dia eu vou de vez
Esse dia vai chegar quando eu souber onde estou
Quando souber onde estou, eu ouvirei, verei
E quando acontecer, eu serei visto e ouvido
E, sendo visto e ouvido terei ido de vez
Por isso é que não ouço e não vejo
Não vejo e não ouço para ficar mais um pouco
mera conjectura e sandice
sinceramente um mero jogo de palavras
Não pretendo dizer nada em particular
tampouco lançar alguma semente de reflexão
Apenas me uno ao silêncio bovino que grita coisas loucas, vãs e perversas
Ah, os homens em silêncio são mais sensatos quando comungam na quietude
Muito mais do que no berro louco dos que se distanciam mais e mais uns dos outros
Ah, um dia, quando eu silenciar
quando eu silenciar para poder falar algo útil, belo e bom
aí sim, vou embora de vez
Enquanto isso não acontece, ainda preciso de mim mesmo agora, aqui
Não perco a esperança de dizer algo bom, belo e útil
Quando o disser, não precisarei mais ficar
Pois já terei cumprido minha sina e meu papel
Mas... hoje, ao menos, nada tenho a dizer
Que não seja mero jogo de palavras
Poéticas, loucas, porém sem comunhão com os homens
Um dia eu vou embora de vez,
depois que comungar no silencio com os homens de boa vontade poderei ir de vez
por hora, só vou daquele jeito dos que vão para um dia voltar
mas... que é o valor mesmo de ir, sabendo que se vai voltar?!
Eu não quero mais voltar
Um dia

Assinado: Wanderson Silva de Souza.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Muito sentimento por nada...(parafrase)

UMA CAMBADA DE PASSAROS LISERGICOS

UMA CAMBADA DE PASSAROS LISERGICOS
CIRÚRGICOS
LITÚRGICOS
NOS ARES GASOSOS
GOZOSOS
GOSTOSOS
FOGEM DOS DRAGÕES DE KOMODO
DO IMPERCEPTÍVEL ERRO
do ERRO
do INEGÁVEL ERRO
do MESMO-OUTRO
do DESENCONTRO
QUE ENCOSTO!

(RIO, CASA DO JOLT, COPACABANA, 09/06/1999)

















PEGA O LENÇO QUE AGORA VEM OS POEMAS LACRIMOSOS E SENTIMENTAIS, he, he...
Três poesias de amor-amigo publicadas no zine "Hipopótamo Porno-romântico" (Editado por W.S.S).:








CÓSMICO

Somente dois
Pertencem ao infinito
Infinito é o ardor
Ardor da vela magnetizada e ionizada

Sobre o corpo do copo
jaz a cerveja abandonada e quente
Oh!, Loira malvada, tu entorpeces os homens!
Prefiro a resposta dos asnos
dos cornos, do débeis, soluçantes
de Gonzaguinha...

"Não, minha mãe. Estou bem. Já tomei meu remédio."
Essa vida é uma mesa:
No final, O Bar fecha e vem a Conta!

G

Sua pele macia como coelho
Seus carinhos de pelúcia
Suas células líquidas
gotejam paz em meu transser
gotejam paz
gotejam
go
g


Explanação de um 44 in Love(Amor é Love yoy)
Artigo 3º

Não quero seu batom
Não quero sua cerveja
Não quero seus peixes
tampouco sua dúvida pós cartesiana
Nem desejo, ainda menos. qualquer coisa
que não seja a que, in loco, setencio:
SEr o senhor de seus lábios!

PS. Muito sentimento por nada porque sentimento não pede motivo para ser-sentir-sentido.

Autor da foto e das quatro poesias: Wanderson Silva de Souza ou simplesmente "W.S.S."
Ps2: Por falar em sentimento, eu vou ficar sentido se não visitarem mais vezes o meu blog.(Oh, coitado!)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

As Outonais - "Controle de Danos"


Eu não me importo
Transitório por demais
Final feliz?! Que final, cara-palída?!
O corpo, grosseiro e lento, atrasa e embaça:
Idéias subliminares, absurdas e plausíveis 

O corpo, grosseiro e lento, atrasa e embaça 
Corpo pra quê?
Não é o LIQUIDO substancialmente mais Necessário
Do que a Forma
Parem de encher meu coRpo:
Já disse que não bebo

Super ego anexando territórios
Oh, débil Id 
Corpo pra quê??
Evadir não MAIS no Tempo-Espaço
Mais sim AINDA E MAIS E MAIS E MAIS EVADIR
AINDA E MAIS E MAIS E MAIS EVADIR
MAIS E MAIS E MAIS EVADIR
CORPO PRA QUÊ
SE A EVASÃO JÁ COMEÇAR SER LETAL!!!
HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ...!!!!!!!!


Da série "Controle de Danos" (Número Seis)


Foto e Poesia de: Wanderson Silva de Souza