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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cinemão vai realizar a primeira “Mostra Anima Cinemão”


Pela primeira vez a capital da cultura no Brasil promove mostra de filmes de animação exclusivamente em comunidades. 
O projeto Cinemão realizará primeira Mostra Anima Cinemão . A finalidade é exibir filmes de animação, curtas e longas, produzidos no Brasil. O evento acontece em julho (durante férias escolares). Cerca de oito comunidades pacificadas receberão o Veículo de Ocupação Tática da Cultura. A Mostra Anima Cinemão é permanente: filmes de animação também farão parte do programa anual de ações do projeto Cinemão. Produtores, diretores , cursos e escolas de filmes de animação podem fazer inscrição através do site: www.cinemao.org

domingo, 28 de abril de 2013

Movimento Visões Suburbanas: Um Coletivo composto por Coletivos

"O Movimento Visão Suburbana é um movimento cultural que tem como objetivos fortalecer ações e projetos de diferentes linguagens de artistas, grupos e coletivos das Zonas Norte e Oeste da cidade do Rio de Janeiro, fomentando representatividade, visibilidade e a ampliação de uma rede de atividades sócio-culturais. Garantir diálogo entre diversos segmentos através de ações transversais. Participar, contribuir e colaborar com a construção e efetivação de políticas públicas de cultura que garantam democratização e acessibilidade a mecanismos de acompanhamento da gestão pública. Pretendemos concretizar esses objetivos através da mobilização de diversos atores da cadeia produtiva da cultura como movimento organizado, promovendo e participando de debates e propondo pautas para debates com outros entes e setores da sociedade vinculados à cultura."

Esse coletivo, do qual eu, Wanderson Silva de Souza, faço parte é recente e faço minhas as palavras acima escritas.
Essa descrição foi feita por: 
Mauro Lima
Gestor e Produtor Cultural - Cia Atos e Atores
(21) 8817-3052 / 3465-7916

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

LOUCOS PELO NOSSO IDIOMA - O Uso correto da Sintaxe: Condições para uma NAÇÃO SOBERANA e um POVO SAGAZ


"Eu só queria saber o que essas pessoas ganham discriminando alguém." (Isso esta escrito na imagem baixo, anexada ao lado)

Ops, "ganha"?! Concordo com a pergunta retórica, mas a concordância de número, gênero e grau da palavra "ganha" esta incorreta. O tempo correto desse verbo no contexto dessa oração é "ganham". 











Ok, ok, vamos ler mais e escrever mais, porque o uso correto de nossa sintaxe além de ser mais elegante e denotar uma nação mais cônscia e perspicaz, também facilita o entendimento e a compreensão do texto e garante que a emissor obtenha exito em comunicar e expressar sua mensagem (sua ideia, pensamento, sentimento, ideologia, arte, etc) ao receptor. 

E, como se esses motivos não nos bastassem, ainda é também uma questão de soberania. Um povo que apenas conhece os rudimentos de seu idioma não é patriota, nem politizado, não é apto a jogar com competência o jogo da democracia e nem propicia uma nação soberana. 

E reclamar dos estrangeirismos presentes no dia-a-dia do idioma não indica patriotismo e sim xenofobia.

O Uso correto da Sintaxe não é Pedantismo. Ela é uma das condições sine qual non(imprescindível, muito necessária) para sermos uma Nação Soberana e um Povo Politizado. 

Da Série "Loucos Pelo Nosso Idioma".

Um texto de Wanderson Silva de Souza

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

LANÇAMENTO DO BARBANTE GROSSO 15/9 (Sábado)


LANÇAMENTO DO BARBANTE GROSSO 15/9 (Sábado)


Esperidião Duarte divulga:

Queridos amigos, gostaria que vocês estivessem presentes nesse dia tão especial. Estarei ao lado de Wanderson Silva de Souza, poeta, escritor, filósofo, que fez a ilustração da capa após fazer uma profunda crítica da obra. Será emocionante dividir esses momentos com vocês...Podem convidar a todos que se interessarem pela obra...parentes... amigos. Será uma honra recebê-los nesse histórico e magnífico local. Se possível, compartilhem o convite. Conto com a presença de todos! Desde já, muitíssimo obrigado pela atenção e apoio. Um grande abraço!


Data 15/9(sábado)

Local: Livraria Museu da República

Rua do Catete, 153 – Museu da República(Ao lado da saída do metrô do Catete.)

Das 16h às 20h

Preço: 40,00 reais(Aceita cartão...Não aceita cheque.)

Número de páginas:288

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Diário de Classe - Denuncia Feita por Duas Alunas

O autor desse blog, que sou eu, Wanderson Silva de Souza, esta retransmitindo a seguinte informação e iniciativa Isadora Faber, pelas próprias palavras dela:"Eu Isadora Faber que tenho 13 anos, estou fazendo essa página sozinha, para mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Quero melhor não só pra mim, mas pra todos."




https://www.facebook.com/photo.php?fbid=271809292925584&set=pb.261964980576682.0.1346182519&type=3&theater

E PARECE QUE FUNCIONOU. PARECE. SERÁ??? VAMOS ACOMPANHAR O CASO. POR ENQUANTO VEJAM SÓ(Fonte UOL-http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/08/28/apos-pagina-no-facebook-prefeitura-de-florianopolis-diz-que-vai-reformar-escola-de-isadora.htm):

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ato da comunidade da UERJ pelo fim do impasse e pela negociação:Terça, 28 de Agosto de 2012 15:00 até 19:00







    • Ato da comunidade da UERJ pelo fim do impasse e pela negociação.
      Esse momento é fundamental para a nossa greve. Precisamos pressionar os deputados e o governo para abertura de negociação e conquista da nossa pauta conjunta. Nossa resposta à invasão da UERJ pelo batalhão de choque é a nossa solidariedade, nossa luta e nossa mobilização. Agora é hora de garantir nas ruas a vitória de nosso movimento. Não deixe de participar!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

BARBANTE GROSSO - Livro e Peça de Esperidião Duarte

"Queridos,


O dia do lançamento do BARBANTE GROSSO em São Paulo chegou. Quem puder ir, será uma honra recebê-los. 
A data para o primeiro lançamento no RJ está sendo acordada. 
Muito obrigado pela força de vocês.


Abraço!" 
(Divulgado por Esperidião Duarte, o Autor da obra"Barbante Grosso)
Ps: A ilustração foi eu, o blogueiro que voz digita, que fiz. {:-D
Blog: http://barbantegrosso.blogspot.com.br/
Página do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Barbante-Grosso/131833520268165

domingo, 22 de abril de 2012

SE FOR MENOR NÃO CLIQUE(OU SEJA, VOCÊ, QUE É MENOR, DECIDE O QUE VOCÊ PODE OU NÃO VER) por Wanderson Silva de Souza


SE FOR MENOR NÃO CLIQUE(OU SEJA, VOCÊ, QUE É MENOR, DECIDE O QUE VOCÊ PODE OU NÃO VER) por Wanderson Silva de Souza

Nas mensagens impróprias para menores deixam para os próprios menores se proibirem de ver. "Ser for menor de 18 não clique" Ou seja, o menor(partindo do principio de por ser menor de 19, este ainda não tem discernimento para administrar certos conceitos e informações por si mesmo) é que tem que ter o discernimento de não acessar a informação. Nada, além de sua própria decisão o impede de dar o clique.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Respeito à Educação nos leva à Livre Expressão e ao Pensamento Critico

Estão ocorrendo greves na educação em muitos municípios do Estado do Rio de Janeiro e Mesquita é uma dessas cidades(O que nos mostra esse adesivo que tomei a liberdade de digitalizar). A greve na Educação ocorre também na esfera estadual. Aliás, em relação à greve no estado, o texto seguinte faz o seguinte convite:
"Arraiá de protesto cultural dos Profissionais da Educação da Rede Estadual 
em frente Palácio das Laranjeiras: terça 5/7, às 10h30m.
'A greve continua! Só podemos ter até duas matrículas. Quem vive bem com cerca de 1600, referente à duas matrículas e diversas horas de planejamento e correção em casa?
Todos convidados! Estudantes, amigos, família, divulguem e se solidarizem!'
TODOS PELA EDUCAÇÃO!

"(...] Não há amanhã sem projeto, sem sonho, sem utopia, sem esperança, sem o trabalho de coração e desenvolvimento de possibilidades que viabilizem a sua concretização. O meu discurso em favor do sonho, da utopia, da liberdade, da democracia é o discurso de quem recusa a acomodação e não deixa morrer em si o gosto de ser gente, que o fatalismo deteriora" (FREIRE, 2001: 86).

A Educação nos leva à Livre Expressão e ao Pensamento Critico que é o tema do texto abaixo: 

Escrever de Pé
Esse texto me foi enviado pela querida Professora Elaine Brito e apresenta um bela reflexão sobre o ofício de escritor. 
(Preâmbulo de Dimas de Fonte, Professor, Historiador e Escritor)  

'Por Michel Tournier
(Trad: Marcelo Diniz)
             O visitante carcerário do centro de Cléricourt prevenira-me: “Todos eles fizeram muitas e grandes besteiras: terrorismo, sequestro, assalto.  Mas, nas folgas da oficina de marcenaria, leram alguns de seus livros e, agora, desejariam falar com o senhor.” Investi-me, então, de coragem e tomei a estrada para essa descida ao inferno. Não era a primeira vez que ia à prisão. Como escritor, entenda-se, e para me entreter com esses leitores particularmente aplicados, jovens detentos. Guardara dessas visitas uma impressão rascante insuportável. Lembrava-me, aliás,  de uma esplêndida tarde de junho. Após duas horas de conversa com seres humanos semelhantes a mim, retornei a meu carro dizendo comigo: “E agora, reconduzem-nos às suas celas, e você vai jantar em seu jardim com uma amiga. Por quê?”
            Confiscaram-me os documentos e, em troca, tive direito a uma grande ficha numerada. Passaram-me o detector de metais sobre as vestes. Em seguida, as portas de comando eletrônico abriram-se e se fecharam de novo atrás de mim. Atravessei caldeiras. Percorri corredores que cheiravam a caústica. Subi  escadarias protegidas por telas, “precaução contra as tentativas de suicídio”, explicou-me o guarda.
            Estavam reunidos na capela, alguns, de fato, muito jovens. Sim, haviam lido alguns de meus livros. Ouviram-me na rádio. “Trabalhamos com madeira, disse-me um deles, e queríamos saber como se faz um livro.” Evoquei minhas pesquisas preliminares, minhas viagens, depois, os longos meses de artesanato solitário em minha mesa (manuscrito = escrito à mão). Um livro é feito como qualquer móvel, por ajuste paciente de peças e pedaços. É preciso tempo e cuidado.
            - Sim, mas uma mesa, uma cadeira, sabemos a que essas coisas servem. É útil, um escritor?
            Era inevitável que a questão se impusesse. Disse-lhes que a sociedade é ameaçada pelas forças da ordem e da organização que pesam sobre ela. Todo poder –  político, policial ou administrativo – é conservador. Se nada o equilibra, há de engendrar uma sociedade bloqueada, semelhante a uma colmeia, um formigueiro, um termiteiro. Mais nada haverá do humano, ou seja, do imprevisto, do criativo entre os homens. O escritor tem por função natural acender, com seus livros, esses focos de reflexão, de contestação, de recolocar em questão a ordem estabelecida. Incansavelmente, lança apelos à revolta, evocações à desordem, porque nada há de humano sem criação, mas toda criação ameaça. Por isso é com frequência perseguido e caçado. E citei François Villon, ordinariamente mais na prisão do que fora dela; Germaine de Staël, desafiando o poder napoleônico e se recusando a escrever a única frase de submissão que lhe teria valido um favor do tirano; Victor Hugo, vinte anos exilado em sua ilhota. E Jules Vallès, e Soljenitsyne, e tantos outros.
            - É preciso escrever de pé, jamais de joelhos. É a vida um trabalho que há de ser feito sempre de pé - disse enfim
            Um deles apontou com o queixo a pequena fita vermelha de minha lapela.
            - E isto? Não é submissão?
            A Legião de Honra? Ela recompensa, a meu ver, um cidadão tranquilo, que paga seus impostos e não incomoda seus vizinhos. Meus livros, porém, escapam a toda recompensa, bem como a toda lei. E citei-lhes a fala de Erik Satie. Esse músico obscuro e pobre detestava o glorioso Maurice Ravel, a quem acusava de lhe ter roubado o lugar ao sol. Um dia, Satie soube, com estupor, que se ofereceu a cruz da Legião de Honra a Ravel, o qual a recusou. “Recusa a Legião de Honra, diz ele, mas toda sua obra a aceita.” O que foi    muito injusto. Creio, no entanto, que um artista pode aceitar para si todas as honras, desde que sua obra, ela sim, recuse-as.
            Despedimo-nos. Prometeram escrever-me. Não acreditei. Enganei-me. Fizeram melhor. Três meses depois, uma caminhonete da penitenciária de Cléricourt parava diante de minha casa. Abriram-se as portas traseiras e delas saiu um pesado púlpito de carvalho maciço, um desses altos móveis sobre os quais escreviam outrora tabeliães, mas também Balzac, Victor Hugo, Alexandre Dumas. Chegava tão fresco da oficina que ainda lhe recendiam as lascas e a cera. Uma breve mensagem o acompanhava: “Para escrever de pé. Da parte dos detentos de Cléricourt.'”
Todo o texto em aspas foi extraído na integra do  blog: http://abcimaginario.blogspot.com/

A primeira imagem é um adesivo usado por aqueles que apóiam a greve dos profissionais dos municípios e do estado do Rio de Janeiro e todos os textos QUE NÃO ESTÃO EM NEGRITO e a foto acima são de autoria de Wanderson Silva de Souza.