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domingo, 28 de abril de 2013

Movimento Visões Suburbanas: Um Coletivo composto por Coletivos

"O Movimento Visão Suburbana é um movimento cultural que tem como objetivos fortalecer ações e projetos de diferentes linguagens de artistas, grupos e coletivos das Zonas Norte e Oeste da cidade do Rio de Janeiro, fomentando representatividade, visibilidade e a ampliação de uma rede de atividades sócio-culturais. Garantir diálogo entre diversos segmentos através de ações transversais. Participar, contribuir e colaborar com a construção e efetivação de políticas públicas de cultura que garantam democratização e acessibilidade a mecanismos de acompanhamento da gestão pública. Pretendemos concretizar esses objetivos através da mobilização de diversos atores da cadeia produtiva da cultura como movimento organizado, promovendo e participando de debates e propondo pautas para debates com outros entes e setores da sociedade vinculados à cultura."

Esse coletivo, do qual eu, Wanderson Silva de Souza, faço parte é recente e faço minhas as palavras acima escritas.
Essa descrição foi feita por: 
Mauro Lima
Gestor e Produtor Cultural - Cia Atos e Atores
(21) 8817-3052 / 3465-7916

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Tudo posso!


Publicado em 30/04/2012 por 


"Para conseguirmos altos desempenhos para aquilo que almejamos precisamos de estímulos. Estes que podem ser de ordem química e/ou espiritual. Corpo são e mente mais ou menos. Mais uma picardia do Coletivo Caranguejo." (Edu Martins, pedagogo e ativista cultural)

Baseado no mini-conto nº 1 de Edu Martins

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Confessionário



Vindo de um planeta distante dos integrantes de reality show. Babu, um marxiano e niilista dialético assumido, joga a toalha e desisti de estar no mesmo balaio que os incultos.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"Ninguém vai poder me dizer que esse filme eu já vi..."


“Esse vídeo é uma auto-promoção da auto-escola da vida."



"A auto-estima e o conhecimento da Língua materna são imprescindíveis para a sua auto-regulação perante os enquadramentos de câmera e zoom.
Automóveis quando guiados por um condutor habilitado nos transportam até aonde o motor aguenta, mas como a vida  é chã com porradas, prefirimos sermos possíveis e estarmos aqui.
"Nós somos muitos. Não somos fracos. Somos sozinhos nesta multidão. Nós somos só um coração, sangrando pelo sonho de viver."
E temos dito!”
(Descrição de Eduardo Martins)

O CASTRO HIStory (Coletivo Caranguejo)



Gesticulano Anilha nasceu em 24 de agosto na pacata e distante cidade de Marechal Hermes da Fonseca. Esta que é coadjuvante e alguns quilômetros de sua prima rica Lourenço Madureira, um lugar aonde os homens buscam prazer e as mulheres regozijam-se em compras.
Pela tradição e nepotismo, os homens da família Anilha sempre inclinaram-se a estiva e ao boxe e Gesticulano absorveu essa  transmissão familiar, de força e luta, porém a utilizou para relutar em ser o que seus iguais eram; e isso virou alimento para a comissão de conversações paralelas aos acontecimentos alheios.
Encorajados em mudar esse estigma o patriarca Braco Anilha, e sua família, mudaram-se para a cidade de Stagnant Water, esta que fora colonizada por ingleses nos remotos tempos, porém a distância não cessou a boca das carolas que faziam da igreja um clube. E até hoje correm boatos que Gesticulano após relacionar-se forçosamente com a filha de um influente membro do Poder... Teve seu membro cortado e sua pele retirada na faca igual feito com São Bartolomeu”.” #Será?
 (Descrição de Eduardo Martins)

terça-feira, 5 de julho de 2011

O CASTRO.avi(Coletivo Caranguejo)



"Ele é discreto e silencioso e mora bem longe dos homens", porém a sociedade reivindicou a sua presença, então ele veio. O CASTRO! 
Um expedido do Supremo que paulocoelhisticamente nos ajudará a segurar a vara do equilíbrio desta corda bamba que é a vida. O passado, presente e o futuro deixarão de ser meras conjecturas.
Mais uma picardia do COLETIVO CARANGUEJO.”
(Descrição de Eduardo Martins.)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"Avisa ao formigueiro, vem aí tamanduá..."

Era um dia como outro qualquer. Um amigo (Edu) marcou comigo de fazermos o segundo filme do Coletivo Caranguejo. Ian vinha nos visitar por conta do natalício desse.
- O Ian vem nos visitar, afinal de contas é o aniversário dele. Eu lhe disse, que à principio não tínhamos pensado   na participação dele neste filme. Mas... Eu disse que ele estando aqui, sendo um ator não ficaria só olhando.
Ao que o Edu completou - É - com um olhar "maligrino"(risos) sabe como é, né? Soldado de folga no quartel...
E, deu nisso, acabou que o pobre infeliz... digo, o ator Ian gravou um filme como ator(que esta ainda para estrear) e outro como câmera. Uma comemoração bem apropriado para artistas, he, he... Mais ainda haverá uma Lei Áurea para os pobre... ops, digo, para os queridos atores?!  
Ao ser inquerido sobre essa questão, o cineasta e escritor Eduardo Martins respondeu - O segundo curtinha do Coletivo Caranguejo traz a tona a discussão sobre saneamento básico e a infraestrutura das cidades. Será? Um vídeo esclarecedor e escarnecedor.
- Mas, Eduardo, não foi essa pergunta que eu lhe fiz.
Hummmm. Hu, hu, o Ian de Magalhães que se cuide, por que vem mais curtinhas por aí. (Oh, céus!)

 Por Wanderson Silva de Souza.


Em tempos em que se aumenta 20 X o patrimônio particular, aumentamos em proporções latino-americanas o nosso acervo audiovisual em 2. É  isso mesmo! Já está nas melhores casas do ramo o nosso segundo mini curta intitulado de Leptospirose. Este que trata de ser um vídeo esclarecedor e escarnecedor marca a inserção de Marcus Oliveira no argumento e Iân de Magalhães como câmera quase man. Espero que gostem dos contrastes. Desde já agradecemos a tensão acerca da cerca que nos impossibilitava de pular. Pulamos! Enfim, mais um!

Por Edu Martins

domingo, 1 de maio de 2011

Coletivo Caranguejo(Nós, Os Caranguejos:Artistas-Pensadores)


Coletivo Caranguejo é uma iniciativa que traz uma volta de algo que a principio nunca  esteve totalmente ausente.
A trajetória daqueles que atuam na Arte e nas questões de cunho social e não raro em ambas as esferas (Arte com Responsabilidade Social) lembra em muito um fato que certa vez vi na TV, a respeito dos caranguejos. Eles atravessam um longo percurso, saindo de sua área natural e atravessando o espaço urbano( o habitat natural do “bicho homem”) expondo-se a uma infinidade de perigos(tais como morrerem esmagados por uma roda de carro, serem caçados para irem para uma panela e etc), até chegar a um determinado local que seria outro habitat natural deles. Isso me pareceu interessante o fato de que apesar de muitos(talvez a maioria deles) morrerem no meio do caminho, os que escapam prosseguem resolutos em direção ao objetivo deles.
Essa é uma metáfora bem apropriada para aqueles que lidam com a Arte, com o Social, com a Cultura, com o Conhecimento, com a Educação. E ainda pode-se dizer que todas essas áreas não ficam em fronteiras separadas umas das outras. Esta tudo, como se diz na gíria, “junto e misturado” e por assim dizer lembra outra mistura. A da água, que são os sentimentos, e da terra, que são os aspectos pragmáticos da vida. Água e terra, a lama na qual os caranguejos habitualmente vivem. E os artistas e ativistas sociais, professores e produtores culturais vivem nessa fronteira entre as divagações de sua própria sentimentalidade e a necessidade de sair de um ponto ao outro e para tal que passar por um trecho igualmente repleto de perigos infindáveis, que são os aspectos práticos da vida, a necessidade de se enfronhar em programas de captação de recursos, planilha de custos, dados estáticos e tudo que se refere à terra, ao mundano, ao ordinário(da ordem do dia.)
A água – Expressão dos sentimentos e o interior do artista-pensador.
A terra – O meio pelo qual o artista-pensador expressa seus sentimentos do seu interior para o exterior.
É por isso que o caranguejo e o artista tem uma carapaça-armadura para proteger o seu interior macio e subjetivo.
E nós, caranguejos artista-pensadores, usamos essa carapaça de objetividade no mundo, a terra (o externo)para proteger e dar apoio logístico ao nosso interior macio(e somos macio não por fraqueza, mas por sermos flexíveis)e subjetivo, a água.
Posto isso, é bom não demorar mais em divagações e partimos para a linguagem poética que parece dizer tão mais claramente a que viemos ao mundo, quando toda prosa e objetividade nos falha e parecem já ser insuficientes.
Com vocês O NOSSO “Coletivo Caranguejo”: HTTP://coletivo-caranguejo.blogspot.com/
  

O Corredor(Coletivo Caranguejo)